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Vídeo com assessora de Mendes na CPI pode ampliar crise no STF

No meu artigo, aqui no blog, intitulado "Gilmar Mendes mandaria matar Joaquim Barbosa?" adiantei que aquele bate boca não era fortuíto. Descrevi a tragetória comprometida etica e politicamente de Gilmar Mendes, o ainda presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil, com interesses escusos, antinacionais, impatrióticos, conservadores ideologimante, com setores apodrecidos inimigos do povo e da justiça. Recebi críticas e ironias, até mesmo por causa do título, de pessoas que alegaram que é forçassão de barrra imaginar que um minisitro do supremo seria capaz de mandar matar outro. Na verdade, o título que dei ancora-se na história de vínculos imorais - isto sim é imoral e não pequenas e mesquinhas querelas - de Gilmar Mendes, primeiro, com a ditadura militar, depois, com o putrefato neoliberalismo aplicado por Collor e por FHC, que levaram milhões de brasileiros/as às prisões, ao desemprego, à fome, à miséria e à morte, com certeza. Desenvolvo uma comunidade no Orkut, com o objetivo de debater os problemas sociais. Por incrível que pareça, há internautos que ainda defendem Gilmar Mendes, por puro comodismo, alienação e ingenuidade, quando não por serem de direita mesmo, ideologia inconsciente nas três primeiras definições. Pois aí está, abaixo, a confirmação objetiva, material e comprovada das ligações daquele cidadão, ainda presidente do STF. Ele tem que ser investigado, derrubado e as instituições da justiça ser reformadas em todas as instâncias, para que se busque o exercício dos direitos humanos de nosso povo, que avança, pede mais respeito e seriedade no não acobertamento dos crimes e atrocidades praticados pela classe dominante e impatriótica, inclusive das revisões dos processos de torturas e mortes praticadas pela ditadura. Anistia não é tapete de acobertamente de injustiças. Não há sujeira da calsse dominante e de seus apaniguados que um dia não seja descoberta. Todas serão, uma a uma, graças à consciência social que cresce no nosso povo. O Mininsitro Joaquim Barbosa - negro e Barbosa rsrsrs- inevitavelmnete teria que ser o porta voz das denúncias. Ele ajuda a justiça e ao povo.
Comentário introdutório de Orvandil Moreira Barbosa*
25 DE ABRIL DE 2009 - 21h29
A crise no Supremo Tribunal Federal (STF), tornada pública nesta semana após discussão entre os ministros Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes, pode ser ampliada com a provável confirmação de que uma assessora de Mendes foi enviada à CPI dos Grampos, no dia 8 de abril, durante depoimento do delegado Protógenes Queiróz, da Polícia Federal. O jornal Agora, do Rio Grande do Sul, noticiou o caso no último dia 16 e, no dia seguinte, foi questionado pela assessoria de imprensa do Supremo, pedindo explicações sobre a publicação da notícia.
Em resposta, o Agora solicitou então àquela assessoria que confirmasse ou não a suposta presença de uma assessora parlamentar, ligada ao gabinete do ministro Gilmar Mendes, e que informasse quem a teria enviado e com qual missão, mas até ontem não recebeu qualquer retorno. Ontem, o site Conversa Afiada, mantido pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, publicou um vídeo que mostra uma mulher identificada com crachá do Tribunal, durante a sessão da CPI, enviando mensagens de texto. No crachá, pode se ler o nome Dalide. O vídeo pode ser visto no site Youtube (acessível pelo endereço http://tinyurl.com/cgxt6k).
Como adiantou o jornal Agora no dia 16, pessoas que acompanharam a sessão informaram que a assessora vista poderia ser Dalide Alves Correa, assessora-chefe de Articulação Parlamentar da presidência do STF. De acordo com as testemunhas, a assessora passou todo o tempo reportando-se, via celular, a uma terceira pessoa, e enviando mensagens de texto ao presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ). Em dado momento, Itagiba foi chamado fora da sala onde ocorria a sessão. Lá, teria travado um diálogo com a mulher, que dizia para ele "apertar o delegado" que ele iria "acabar cedendo".
A trajetória de Dalide Correa tem pontos em comum com Gilmar Mendes. Em 2006, durante a CPI dos Bingos, o subprocurador-geral da República Moacir Guimarães Morais Filho disse ter estranhado que tanto a Caixa Econômica Federal (na qual Dalide era superintendente jurídica) como a Advocacia Geral da União (nessa época Gilmar Mendes era o Advogado-Geral da União) tenham se “omitido” na tentativa de reverter decisões judiciais contrárias à instituição financeira e em favor da multinacional Gtech, entre 2002 e 2003. Ele estimou que essa “acomodação” dos dois órgãos federais, durante o governo FHC, tenha causado prejuízo aos cofres da Caixa no valor de R$ 235 milhões.
Nos últimos anos, Dalide Correa tem transitado por diversos cargos públicos de livre nomeação, por indicação política. Em 2008, ela era Procuradora-Geral da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Quando Gilmar Mendes assumiu a presidência do STF, ela acompanhou o ministro, sendo guindada ao cargo que ocupa hoje no Supremo Tribunal.
A presença de uma assessora do Tribunal na sessão da CPI que ouvia o delegado responsável por prender o banqueiro Daniel Dantas pode aprofundar ainda mais a crise no STF. O ministro Barbosa acusou o presidente da Corte de estar "destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro", e aconselhou Mendes a "ir para a rua", para ouvir a opinião pública, que tem visto com reservas a atuação de Mendes no caso do banqueiro. Mendes mandou soltar Dantas duas vezes em menos de 48 horas, além de mandar abrir uma representação contra o juiz federal Fausto de Sanctis, que decretou as duas ordens de prisão. Além disso, logo após as prisões, Mendes (que acumula o cargo de presidente do Conselho Nacional de Justiça) fez aprovar uma súmula criminalizando o uso de algemas pela polícia, agora permitidas apenas em casos excepcionais.
Outra crítica ao presidente do Supremo é de que suas declarações à mídia contra a participação da Abin na Operação Satiagraha favorecia a defesa do banqueiro, que tenta anular o processo. Na mesma linha, Mendes endossou tese da revista Veja sobre um suposto grampo de uma conversa envolvendo ele e o senador Demóstenes Torres (DEM-PA), sobre o qual até hoje não apareceu qualquer indício que apontasse possível veracidade do fato. Apesar deste ativismo, no qual abriu mão da neutralidade esperada de um magistrado, em nenhum momento Mendes aproveitou os espaços da mídia para censurar a conduta do banqueiro, condenado em primeira instância por tentativa de suborno e que se vangloriava de ter "facilidades" no STJ e no STF.
* Dom Orvandil Moreira Barbosa: bispo cabano, farrapo e quilombola. Professor universitário de Filosofia, Ciências Humanas, Aconselhante Relacional e Palestrante. Adicione-me no seu Orkut e participe da comunidade Joana D'Arc, também no Orkut.
Fonte: Agora (RS)

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