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quinta-feira

Advogado lava a alma do povo brasileiro contra os “embobamentos”



Foto montada pelo site Brasil 247


Prezada Profª Miruna

Li tua carta. Nela afirmas que o advogado Luiz Fernando Pacheco lava a alma de tua família pelo gesto de coragem e de amor à verdade demonstrado diante do truculento, de atitudes fascistas, Joaquim Barbosa, a quem chamas corretamente de opressor. 

Tua carta tem sabor de escolha de valores e sentimentos entre o opressor e o que luta pela justiça. Escolhes entre o que massacra a verdade, que pisa na justiça e que trai os negros e os pobres para deslocar-se imoralmente para o campo dos que escravizaram, dos que mentiram para dobrar negros à condição de subumanos pela escravatura, dos que destruíram as preciosas culturas dos indígenas, para se apossar de seu sangue e das riquezas da terra mãe, para te posicionares ao lado do que defende a justiça e a ela dá dignidade democrática. 

Vejo em tua carta, apaixonada educadora, além da admiração pela ousadia de Luiz Fernando Pacheco, palavras jardinadas de gratidão pelo que ele faz pela justiça e por teu pai.

Tuas opções, na verdade não feitas no campo de batalha entre o honrado advogado e o desonrado juiz, que envergonha nosso País, mas construídas sob o bafejo da história altiva e briosa de teu pai e de tua mãe. Em tua carta, prenhe de gratidão e de admiração sublinhadas da gentileza, manifestas gratidão. 

Poxa, Miruna, meu olhos marejaram lágrimas por ver-te cercada de crianças e de suas alegrias quando escreves “... do meu mundo, cheio de crianças, de espontaneidade, de "combinados"...”, terreno educacional onde edificas valores humanos inesquecíveis e profundos em tuas crianças, coisas que o algoz Joaquim Barbosa não conhece. Os valores educacionais que compartilhas com as bem-aventuradas crianças de quem és professora jorram da história que vem dos ex e ousados guerrilheiros da justiça social e da democracia pelas quais teus pais lutaram e que tomam conta de ti, coisas que Joaquim Barbosa, o louco de ódio, busca pisar e conspurcar sempre que pode, em exuberante abuso do poder que o povo lhe deu. 

Em tua carta li gentileza, querida Professora Miruna. Em contexto tisunâmico de ódio e de ingratidão, males muito bem expressos nos gestos do traidor Joaquim Barbosa e de seus apoiadores através da mídia – evidentemente sem esta não existira este ensaio de Adolfo Hitler negro -  agradecer o advogado Pacheco é atitude de quem bebe do melhor das formações humanas herdadas das matas e das trincheiras de onde teus pais lutaram por uma sociedade solidária. A gentileza que move teu ser e tuas ações são as mesmas que Joaquim traiu ao romper a bondade das mulheres negras que amamentaram seus filhos e os de seus próprios escravizadores e dos homens apaixonados como Zumbi, que lutaram pela liberdade e pela justiça social e realmente humana.



Enquanto historicamente os lutadores do povo, de onde procedes, enraízam-se no amor ao próximo, às flores que rebrotam em todas as primaveras, os coronéis, os oligarcas e generais do mal, que Joaquim abraça e e a eles se liga, dão origem aos chicotes que escravizam, aos cavalos de guerra, às espadas e armas que matam os povos, esmagando a gentileza. Tu, Miruna, entre o opressor e o justo, escolhes este, o verdadeiro “acontecedor” da gentileza nas relações humanas afetivas e justas. 

Não vejo valores de justiça, de verdade, da gratidão e de gentileza na direita, querida Miruna. Joaquim Barbosa é, na verdade, o mais perfeito e descarado marketing da direita. Ela é assim mesmo, em tudo age com ódio. A diferença entre o ensaio negro de Hitler e os gestos teatrais mediáticos dos atores da direita dá-se na forma. Joaquim não saber fingir, tão tosco e porânico que é. Enquanto os atores de direita se apresentam em sua mídia de modo sorridente, fingido e doce, seu peão na justiça mostra a cara escancarada do coração da direita: ódio,  vingança e manipulações macabras. 

Os de direita movem-se por aí, aos sorrisos. Uns afirmam que o salário mínimo (apesar do adjetivo mínimo) é muito alto e prejudica os lucros das empresas, que no governo, se eleito, praticará políticas impopulares, de que cortará os investimentos sociais, e tudo diz aos sorrisos, sem copo de bebida nas mãos, sem o uso de quais outros tipos de drogas, que é até bonito de ver. Outro chamou os aposentados de vagabundos e massacrou os empregos e as rendas, além de enfiar goela abaixo da classe produtora o fator previdenciário. Outro ainda, companheiro de “tribunaharrr” de Joaquim Barbosa, chamou a bárbara ditadura civil-mediática-militar de mal necessário.  Mas tudo o que dizem aos sorrisos, sempre bem vestidos com ternos importados, como modo de fazer marketing e para iludir os “embobados” do povo, é tão violento, estúpido e diabólico como os gestos de aprendiz negro de Hitler. Quando vejo e leio o que Joaquim Barbosa faz percebo por trás de seus lamentáveis gestos, suas palavras grosseiras e suas injustiças os senhores brancos e escravocratas a quem serve. Estes, no entanto, parecem florzinhas divinas enviadas pelo diabo para destruir a grandeza de nossa alma pátria.

Tomo a liberdade de indicar abaixo teu blog, Profª Miruna, onde postaste tua carta de hoje. Ao lê-la vemos a professora, a filha e irmã brasileira que bebe e come os valores mais belos da história humana. Azar de Joaquim Barbosa que, como João Batista Figueiredo, o general grosso e último ditador militar, pediu ao povo brasileiro que o esquece, prontamente atendido, esse monstro que preside o cabisbaixo STF também será esquecido e vomitado na lata de lixo da história. 

Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz.
Dom Orvandil: bispo cabano, farrapo e republicano, também a favor de José Genoíno. 

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