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Cercado de banqueiros, Mantega provoca: "Crédito segue caro"

28 DE NOVEMBRO DE 2008 - 10h23
A noite de confraternização de fim de ano da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), nesta quinta-feira (27) em São Paulo, foi pontuada por pequenas provocações nos pronunciamentos dos principais convidados da entidade. Em seu discurso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, aproveitou a oportunidade para lembrar que o crédito continua caro, apesar das flexibilizações do governo em relação ao compulsório.
Curiosamente, Mantega viu o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, fazer comentários semelhantes em seu discurso, apesar das últimas decisões tomadas pelo Copom.
Mantega reforçou que o governo está "atento" aos desdobramentos da crise, mas destacou que "ainda há problemas de oferta de crédito" e que o custo financeiro dos empréstimos está muito "elevado". "É preciso reduzir o custo (do crédito) para patamares compatíveis com o crescimento da economia" , afirmou, reiterando a necessidade da participação de todos para que a economia brasileira possa crescer 4% no ano que vem.
Meirelles, por sua vez, lembrou que, com as reduções de compulsórios recolhidos pelos bancos, já foi possível liberar quase R$ 100 bilhões para empréstimos ao mercado nesse momento de dificuldades de financiamento.
"O compulsório, de que os senhores tanto reclamaram, podemos dar graças a Deus por existir agora" , disse o dirigente, reforçando que o risco está sempre "subjacente" e que a política prudencial "compensa".
Meirelles recordou ainda da displicência dos bancos internacionais, em relação à concessão de crédito e ao nível de alavancagem, como motivador principal da crise vigente e defendeu um modelo de "provisão dinâmica", em que as provisões bancárias se ajustariam na mesma proporção da expansão das carteiras de crédito. "O provisionamento não isola o sistema da crise, mas permite uma absorção mais suave do processo" , disse.
Fonte: Da redação, com informações do Valor Econômico

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