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quinta-feira

Marconi Perillo pediu perdão à sua mãe morta ...? Barbaridade!

Contas do secretariado de Perillo eram pagas por Cachoeira, diz PF

Novas gravações mostram bicheiro reclamando que pagava as contas e não recebia o retorno  

   Novas interceptações telefônicas da Polícia Federal reve lam que o bicheiro Carlinhos Cachoeira pagava contas de secretários do governo de Marconi Perillo (PSDB) e, para isso, usava o caixa da empresa Delta. Numa conversa com Wladimir Garcez, Cachoeira mostra intimidade com os auxiliares do governador tucano.

Em nota, a assessoria de Marconi diz que as conversas gravadas, onde Cachoeira diz claramente que paga as contas dos secretários de Goiás, atestam a “lisura” de seu governo, que ele não está conseguindo indicar alguém para os cargos. As gravações demonstram o contrário. Os diálogos mostram Cachoeira revoltado com a ingratidão dos seus apaniguados por usar sua cota no governo Perillo, fazer uso do seu prestígio junto ao tucano, indicar o cidadão para o cargo e não haver o retorno devido, pelo contrário, comportam-se como obstáculos às nomeações dele. E ainda pedem para ele pagar as contas. Quanto ao pagamento de contas do secretariado, Perillo se limita a dizer que o conteúdo dos diálogos não indica que Cachoeira paga as contas, sem demonstrar indignação com a denúncia.

Em 27 de abril do ano passado, incomodado com o fato de encontrar dificuldades para emplacar mais algumas indicações no governo de Perillo, Cachoeira irrita-se com Wladmir Garcez, apontado pela Polícia Federal como o braço político do esquema, e critica Wilder Morais (Dem-GO), que assumiu a vaga de senador que se abriu com a cassação de Demóstenes Torres e que era, até a semana passada, secretário de Infraestrutura do governo tucano. 

“Eu não consigo pôr no Detran, o Wilder foi lá e emplacou. O Wilder não dá um centavo para ninguém. Imagina só: o Wilder vai lá para o Palácio, consegue convencer o Marconi a colocar o cara e você tá lá todo dia e não fala nada. Você tá com o secretariado todo dia, todo dia você traz conta pra mim, levo pro Cláudio, e não consegue emplacar ninguém. Entendeu?”, reclama Cachoeira, fazendo referência a Cláudio Abreu, da Delta.

Em outra ligação, no mesmo dia, Cachoeira fala mais uma vez em pagamento de contas de secretários. “Ô Wladimir, eu tô fazendo a coisa. Esquece esse negócio de viagem, meu. Eu tô puto, porque vai enchendo o saco, vai caindo a gota, sabe, aí um bobão tá lá no trem. O Edivaldo (Cardoso, presidente do Detran de Goiás) fala que não tem isso, não tem aquilo, que acabou com a CLT, que não sei o que tem, que não vai fazer isso, não vai fazer aquilo, e o cara tá lá. Tá sendo empossado na nossa cara rapaz. E nós aqui, ó. Você todo dia traz uma conta diferente pra mim. Todos os dias. Um cargo que a gente tinha, todo dia, esse bosta desse cara, esse malandro desse (Jayme) Rincón (presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras), todo dia você tá com ele, rapaz, nós tínhamos uma diretoria forte. Não temos mais nada [na diretoria]. Não temos uma pessoa nossa lá”, falou Cachoeira.

Para membros da CPI do Cachoeira, os diálogos demonstram que várias áreas do governo do tucano estavam comprometidas com a quadrilha do contraventor. Os deputados e senadores da comissão já defendem a reconvocação de Perillo. Além dessas revelações, a CPMI quer saber mais sobre a liberação de recursos para a Delta em troca da compra de sua casa. Sentindo que o cerco está se fechando sobre seus crimes e que um desfecho parecido com o do senador Demóstenes o aguarda, Marconi Perillo teve necessidade de pedir perdão à sua mãe, Maria Pires Perillo, em seu velório, ocorrido esta semana. Tudo indica que não convenceu, assim como não convenceu nem um pouco também os membros da CPMI.

Fonte: Jornal Hora do Povo

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