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quarta-feira

Marconi Perillo: a verdade cor de rosa como sua gravata

Na CPI, Agnelo marca contraponto sobre Perillo

Na CPI, Agnelo marca contraponto sobre Perillo Foto: Edição/247

"Ofereço a quebra dos meus sigilos", disse Agnelo Queiroz à CPI; "a organização aqui investigada tramou a minha derrubada", disse; ' a gente lá só apanha', citou o governador sobre grampo em Fernando Cavendish; 'não nomeamos nem um gari', recuperou ele sobre frase de Adalberto Araújo, o Dadá; assista

13 de Junho de 2012 
 
247 – O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), jogou no ataque diante da CPI do Cachoeira, nesta quarta-feira 13, e marcou posição de contraponto à do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que depôs na véspera. "Ofereço à CPI a quebra de todos os meus sigilos", disse Agnelo, referindo-se aos segredos bancário, fiscal, telefônico, de e-mail e sms. Perillo não fez a mesma proposta à CPI, mas a quebra de seus sigilos será votada em breve pela Comissão.

"Não houve qualquer favorecimento à Delta ou a Carlinhos Cachoeira no Distrito Federal", demarcou o governador. "Não fiz qualquer nomeação por indicação de Cachoeira". Em Goiás, a administração estadual conta com executivos que mantém relações de parentesco e amizade com o contraventor.

Diversamente de Perillo, Agnelo não usou seu tempo de pronunciamento inaugural na sessão da CPI para divulgar dados sobre sua administração. Ele escolheu ir direto ao ponto. "Estou aqui para reestabelecer a verdade", disse Agnelo. "A organização criminosa aqui investigada tentou derrubar o meu governo, legitimamente eleito", sustentou. O governador, em dois momentos, citou grampos da Polícia Federal sobre o araponga Adalberto Araújo, o Dadá, e o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta Construção. "Não nomeamos nem um gari", foi a frase de Dadá citada por Agnelo. "Ali a gente só apanha", disse o governador, citando frande de Cavendish.

Enquanto, no dia anterior, Perillo informou que criara, em mandato anterior, uma legislação em Goiás favorável à operação de jogos caça-niqueis, então administrados pela empresa Gerplan, de propriedade de Carlinhos Cachoeira, nesta quarta Agnelo registrou posição diferente. "Não houve nenhum favarecimento ao jogo no Distrito Federal", afirmou. "Pessoalmente, sou contrário à legalização do jogo. Há muitos efeitos colaterais nefastos", completou.

Agnelo lembrou, ainda, que teve um pedido de impeachmet feito contra si pelo senador Demóstenes Torres, no ano passado. Perillo reiterou que Demóstenes fez parte de seu grupo político. "Ele era o nosso candidato a prefeito de Goiânia", disse o governador de Goiás. Agnelo foi por outra linha: "Agora entendo porque Demóstenes pediu meu impeachment", disse ele, numa referência velada às ligações entre o senador e o contraventor Cachoeira.

Abaixo, notícia anterior de 247:

247 - O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, iniciou às 10h38 seu depoimento à CPI do Cachoeira como uma postura agressiva. "Alguém aqui pode me citar um só nome de alguém que eu tinha indicado para o governo a pedido do sr. Carlos Cachoeira?", questionou. E depois citou trecho de grampo do araponga Idalberto Mathias, o Dadá: "Não conseguimos nomear nem um gari", repetiu o governador.

Nos primeiros minutos de seu depoimento, o governador afirmou que no vigésimo sexto dia de sua administração pediu auditoria em uma série de áreas da administração, entre elas o contrato da Delta Engenharia para coleta de lixo no DF. E afirmou que seu governo vem sendo perseguido pelo crime organizado. "A organização aqui investigada tramou a minha derrubada", disse.

Citando conversas das operações da Polícia Federal, em que membros do grupo de Cachoeira criticam o governo do DF, Agnelo defende que não deixou o crime se instalar em seu governo. E desafiou os presentes a citarem algum caso de infiltração da organização do bicheiro no Estado. "Que negócio [essa organização] conseguiu fazer aqui?", perguntou.

Como fez o governador de Goiás, Marconi Perillo, em seu depoimento à CPI nesta terça-feira, Agnelo Queiroz divulga números de seu governo, citando ações de destaque, como a contratação de servidores no setor de saúde, instalação de hospitais, e, principalmente a criação da Secretaria da Transparência do DF, pela qual, segundo ele, foram realizadas 14 mil auditorias. O governador falou também sobre a situação em que estava o governo quando assumiu, há um ano e meio. "Todos se lembram da quantidade de mosquitos que havia por conta do lixo, que não era recolhido".

Causando agitação na CPI, o governador colocou à disposição dos parlamentares, ao final de seu depoimento inicial, a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. "Quem não deve não teme", disse. Antes mesmo de terminar a fala, o depoente foi aplaudido na sessão.

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