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Avançam as conversações das Nações Unidas sobre clima

BONN, Alemanha (Reuters) - As conversações sobre clima encerradas nesta sexta-feira obtiveram progresso na elaboração de um novo tratado da ONU para conter o aquecimento global, mas não chegaram a atender às demandas das nações em desenvolvimento de que os países ricos façam grandes reduções nas emissões de gás que levam ao efeito estufa.

"Vejo que foi uma sessão significativa que fez nosso trabalho avançar em áreas importantes", disse o chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, Yvo de Boer, em uma coletiva de imprensa sobre o encontro realizado ente os dias 1 e 12 de junho, envolvendo 183 países.

Ele afirmou que os governos expressaram posições muito mais claras depois de uma primeira revisão de um esboço de texto do tratado que deve ser firmado em Copenhague, em dezembro, para suceder o Protocolo de Kyoto. Serão restringidas emissões de gás do efeito estufa emitidas principalmente pela queima de combustíveis fósseis.

"Não há dúvida de que nações industrializadas precisam ampliar seu alcance em termos de corte de emissões", disse ele, apesar de a recessão estar afetando muitas nações desenvolvidas.

De Boer afirmou que os cortes apresentados por países ricos chegam no máximo a 24 por cento em relação aos níveis de 1990 --bem distante das demandas das nações em desenvolvimento. E esse número exclui os Estados Unidos, que planejam reduzir as emissões para o nível de 1990 somente até 2020 --tiveram um corte de cerca de 14 por cento desde 2007. Se os EUA fossem incluídos no balanço, a média das nações industrializadas cairia praticamente pela metade.

Os países em desenvolvimento também pediram mais cortes.

"Nós finalmente conseguimos ter um intercâmbio positivo nos números" para nações em desenvolvimento, disse o embaixador da China para Clima, Yu Qingtai. A China e os EUA são os principais emissores mundiais.

A China e muitos países em desenvolvimento querem que as nações ricas reduzam até 2020 em pelo menos 40 por cento seus níveis de emissão em relação a 1990 para evitar que a piora no aquecimento global desencadeie mais secas, elevação dos níveis dos mares, doenças e extinção de espécies de plantas e animais.

O Japão fixou na quarta-feira a meta de um corte de 8 por cento em relação a 1990, a ser atingido até 2020, desapontando muitos delegados.


Fonte: http://br.reuters.com/

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