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A ORAÇÃO-BLASFÊMIA DE BUSCH



Nessa semana, em face da liberação a que os estadunidenses enviem celulares para Cuba, o presidente George W. Busch disse: “Pedimos especialmente ao Deus todo-poderoso que console e reforce os que sofrem sob a ditadura de Fidel e que acelere o dia em que termine o sofrimento dos cubanos”.

É preciso analisar criticamente o que diz Busch. 1. “pedimos ...ao Deus todo poderoso...”: esse Deus todo-poderoso de Busch é criado à sua imagem e semelhança, paranóico, psicótico, nazi-fascista, imperialista, impiedoso e profundamente injusto. Por exemplo, às vésperas da invasão do Afeganistão e do Iraque, o mundo inteiro se uniu em favor da Paz e pressionou Busch a não praticar o crime de lesa humanidade. Inúmeras igrejas cristãs aliaram-se num dos maiores levantes da humanidade contra a guerra e a barbárie imperialista, inclusive a de Busch, a nobre Igreja Metodista, que o desautorizou a se dizer metodista. Somaram-se ainda imensa plêiade de organizações civis e religiosas de todas a corrrentes religiosas e políticas de todo o mundo, mas Busch não deu ouvidos a ninguém. Aqui em Campo Grande participei de atos ecumênicos ao lado de muitas igrejas e religiões contra aquela barbaridade. Participei do Fórum Social Mundial em Porto Alegre naquele ano e nos somamos a pressionar Busch a não praticar os crimes contra a humanidade, mas ele não deu ouvidos a ninguém. Pelo contrário, oportunisticamente tirou proveito de atos macro-ecumênicos que as religiões fizeram em favor da paz nos Estados Unidos e fora de lá e “interpretou” de modo diabólico que recebia apoio para invadir o Iraque. Enviou o poderoso, este sim poderoso, Exército Americano a agredir, matar, destruir e massacrar tudo e todos que encontrava pela frente na sua sandice de realizar o egoísmo mentiroso, hipócrita, diabólico de dominar o mundo sob suas garras imperialistas, de um imperialismo em decadência, mas ainda poderoso. No Iraque mata crianças, velhos, mulheres, trabalhadores/as, seu presidente e ministros e tenta dobrar a envergadura de um povo milenar e heróico, tudo em nome da mentira e do petróleo. Milhares de igrejas conservadoras e pró-terroristas apóiam nos USA essa barbárie, por considerarem que o Iraque é a moradia do demônio. Todos/as lembramos daquele menino iraquiano que teve sua família inteira morta e seus braços e pernas decepados pelas bombas da aliança invasora. Aquele menino simboliza a resistência do povo iraquiano contra a inadmissível desumanidade de Bussh. Isso tudo sem falar em outras atrocidades praticadas pelo imperialismo americano em todo o mundo, inclusive aqui em nossa América Latina. Tentou por todas as formas impor a ALCA, como forma de o imperialismo, comandado por esse terrorista mor, oprimir a América Latina, retirando-lhe impiedosamente suas riquezas. Felizmente foi fragorosamente derrotado por nossos povos, nossos parlamentos e nossas democracias cada vez mais patrióticas e soberanas. Os tentáculos do polvo imperial foram sepultados por nossos povos que se inclinam cada vez mais ao oposto de Busch, num clima de independência e de liberdade. As últimas investidas de Busch aqui foi a de por suas garras diabólicas sobre nosso biocombustível. Será derrotado!

Então, que a que Deus todo-poderoso se refere Busch? Lutemos pela derrota do deus de Busch. Ele é maamon e não Javé. Derrota ao dito poderio do império! Ele cairá como tombaram os outros impérios históricos, mas cairá com nossas lutas e nossas místicas libertárias.

2. “...que console e reforce os que sofrem sob a ditadura de Fidel...”. Ora, ora pois, como é impressionante o cinismo e hipocrisia dos poderosos que vivem do sangue e do sofrimento dos povos. O mesmo Busch que ignorou os danos frutos do furacão Katrina que varreram parte dos Estados Unidos e matou milhões de negros pobres, pede consolo ao povo cubano. Não ajudou seus próprios compatriotas porque eram negros e pobres. Quando o Presidente Fidel Castro ofereceu ajuda humanitária em remédios e médicos, Busch rejeitou. Nos Estados Unidos há quarenta e cinco milhões de pessoas abaixo da linha da miséria e o desemprego cresce todos os dias, levando aquele povo ao desespero e a chamada classe média ao horror. A mortalidade infantil cresce assustadoramente nos Estados Unidos. O Consumo de drogas aumenta em proporções gigantescas por parte de sua juventude desesperada e sem perspectivas. O latinos, os chicanos, os estrangeiros pobres são tratados como feras e como escravos naquele país. As eleições porque passou Busch no primeiro mandato foram questionadas e acusadas de fraude. Sua eleição à presidência dos Estados Unidos são a marca de um presidente fraco e pusilânime, que precisa se justificar praticando terrorismo pelo mundo afora.

E Busch chama o ex-presidente Fidel Castro de ditador? Sejamos verdadeiros e honestos: em Cuba o Presidente Fidel Castro foi eleito sucessivamente de quatro em quatro anos, numa democracia socialista de radical participação popular, sem fraudes. Quando não pode mais dirigir o poder de Estado o povo Elegeu Raul Castro sem nenhum trauma e sem nenhuma dúvida. Onde há ditadura? Cuba tem a melhor medicina comunitária do mundo, onde o centro do atendimento médico é a saúde do povo e não a indústria farmacêutica, como nos Estados Unidos. Por ocasião da vitória da Revolução os médicos pró-Estados Unidos fugiram e abandonaram o povo doente. A Revolução teve que tomar medidas urgentes e definitivas para resgatar uma medicina que se interessasse pela saúde do povo e não pela pirataria e vampiragem financeira. Hoje é referencial para o mundo inteiro. A mortalidade infantil por fome e miséria se reduziu a zero. O analfabetismo é zero. O desemprego é zero. A cultura popular é altíssima. As liberdades de culto são amplas. A coesão popular em torno da Revolução é intensa. Se Fidel pudesse voltar ao poder teria que disputar eleições e seria fragorosamente reeleito. Onde está a ditadura alegada por Busch? Será que Busch seria reeleito por seu povo, depois de tantas barbaridades praticadas contra os povos e pela agressão que os Estados Unidos praticam contra o meio-ambiente? Será que Busch seria reeleito depois que mães, noivas, pais, namoradas, irmãs e familiares de cadáveres de jovens mortos na insana guerra contra o Iraque, que chegam em sacos plásticos pretos todos os dias nos aeroportos de lá? Ora, Cuba revolucionária não pratica atrocidades contra os povos, mas sempre se dispõe a atos humanitários, inclusive aqui no Brasil. Então, não permitamos que esse cinismo hipócrita buschiano imperialista seja praticado assim impunemente. Obama contra Busch!

3. “...e que acelere o dia em que termine o sofrimento dos cubanos”. Nessa parte da frase de Busch transparece o desejo frustrado do imperialismo. Este, desde o fracasso da famosa Baia dos Porcos, quando os cubanos com armas infinitamente inferiores do que as do império, colocou-os a correr, graças a mobilização de seu povo e a coragem fiel de sua liderança. Busch arde de ciúme da democracia cubana e das soluções criadas pelo socialismo. Não suporta de que alguns jovens revolucionários, com o apoio popular, tenham derrotado o entreguista Fulgêncio Baptista que fazia de Cuba reduto de bacanais e motéis para estadunidenses egoístas e perversos, na loucura de explorar um povo. Sob a opressão imperialista o povo cubano não sofria, então? É muita hipocrisia.

Digo o contrário ao que falou Busch: lutemos aqui e em toda a América para libertar nossos povos das loucuras, do egoísmo, da depredação e da falta de liberdade que Busch e seu falido império tentam impor ao povo estadunidense e a todos nós. Lutemos e rezemos pela libertação dos nossos povos. Aliás, a hora já vem e o galo da liberdade cantará em plena alvorada humana em que loucos como Busch e o império falido que ele “comanda” não mais terão espaço. Devemos rezar pelo povo de lá para que se livre da decadência a quem Busch os submete. Onde falta liberdade, trabalho e saúde. Certamente os trabalhadores de lá saberão construir a história de liberdade, de modo que escumalhas como Busch não tenham espaço nem para erigir suas estátuas em praças.

Portanto, o deus de Busch é pura idolatria de si mesmo e de seu monumento imperialista. Jesus é servidor da humanidade e sempre lutou para libertar os pobres palestinos da opressão do império romano. É a serviço do projeto de Jesus que devemos nos colocar ou como dizia Tertuliano a respeito da comunidade dos primeiros cristãos: “Vede como eles se amam”, comovido com o alto nível de partilha e de socorro aos pobres.

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