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Mais mentiras da mídia dominante


20 DE JANEIRO DE 2009 - 21h29

Ontem a mídia golspista noticiou que dez mil trabalhadores saíram em passeata. Sempre é assim: quem não tem compromissos com o amor a justiça, mente e distorce a verdade. A mídia golspista já está em campanha para seus candidatos em 2010 e torce pelo quanto pior melhor (esse comentário é meu).
ABC resiste: 20 mil metalúrgicos saem às ruas em protesto
Mais de 20 mil metalúrgicos do ABC ocuparam as ruas de São Bernardo (SP) para dizer “não” à redução de salários e de direitos. Os trabalhadores também declararam guerra a qualquer tentativa de demissão.


Passeata reuniu 15 mil pela manhã
As manifestações ocorreram em três pontos. Na maior deles, uma marcha, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, reuniu 15 mil pessoas. A passeata começou na Mercedes-Benz, por volta das 6 horas da manhã, e prosseguiu pela avenida 31 de Março até a Mahle Metal Leve.

Enquanto isso, cerca de 3 mil trabalhadores protestavam à frente da Scania, e outros milhares participaram de assembléia no pátio da Volkswagen, durante a entrada do turno da manhã.

De acordo com o sindicato, o objetivo do ato foi mostrar aos trabalhadores uma agenda contra a crise e o desemprego — que inclui propostas como a redução da taxa básica de juros (Selic), o incentivo às exportações e a facilitação do crédito. “É na rua, com disposição de luta, que a gente transforma a realidade”, enfatizou o presidente do sindicato, Sérgio Nobre.

Nesta quarta-feira (21), Nobre terá audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a crise financeira. O sindicalista vai propor ao governo a composição de uma mesa de negociação entre trabalhadores, empresários e governo. A missão desse grupo será discutir metas de produção e de emprego.

Nobre ainda vai cobrar do governo a adoção de medidas que facilitem essa negociação, como redução de juros e do spread bancário, além da facilidade de crédito. Os trabalhadores querem ainda contrapartidas, como a manutenção do emprego em todas as empresas que receberem ajuda oficial.

Na segunda (19), dirigentes das seis centrais sindicais do país se reuniram com Lula e apresentaram ao menos 15 reivindicações para evitar o desemprego em massa no Brasil. Lula não deu garantias, no entanto, à principal reivindicação dos sindicalistas — a garantia de que os futuros financiamentos para as empresas só beneficiassem os empresários que se comprometessem a não demitir.

Também na segunda-feira, o governo divulgou que foram fechados mais de 650 mil postos de trabalho com carteira assinada em dezembro — número bem superior aos 300 mil tradicionalmente perdidos no mês. O sinal de alerta veio da General Motors, que cortou 744 funcionários temporários no dia 12.

Segundo os sindicalistas, o governo manteve o acordo firmado com as centrais para dar um aumento real para o salário mínimo de aproximadamente 5,7%. Na manhã desta quarta-feira (21), serão realizados protestos em todos os escritórios regionais do Banco Central nos estados, para pressionar pela redução da taxa de juros.
Da redação, com agências

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