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quinta-feira

PEDÓFILOS E PSICOPATAS

Adimar Jesus da Silva



Em alguns dos meus artigos aqui assinalei nossa enorme desproteção em face de riscos que corremos com pessoas violentas que nos cercam, até mesmo em círculos mais íntimos e na sociedade. Pois aí está o caso de Adimar Jesus da Silva, aqui de Luziânia, Goiás, próxima a Brasília. Ele é psicopata, pedófilo e assassino. Na linha dos crimes lesas humanidades se enfileiram padres católicos romanos, em todo o mundo e no Brasil. Não sei diferenciar a gravidade entre Adimar e os padres pedófilos. Mas sei que ambos deixam mágoas, dores e sofrimentos profundos em crianças, adolescentes e famílias. Merecem enfrentar os tribunais e serem cobrados pelos males que produzem.

Realmente é impossível adentrar no mais íntimo de um ser humano e entender o que o move a causar danos tão cruéis em outras pessoas, principalmente em crianças. Mas é inaceitável que pessoas se utilizem de telefones, e-mails, fofocas, pauladas, facadas, tiros e sexo para destruir outros. Ninguém, mas ninguém mesmo tem o direito de caluniar, difamar, injuriar e destruir pessoas, sob quaisquer razões ou explicações.

Intuo que pessoas que se utilizam de expedientes cruéis e corrosivos ao próximo são despojadas de educação, de formação humanística e respeito ao outro, além de serem profundamente diabólicas em suas ações. Talvez as soluções seria o encaminhamento pela justiça a tratamento privado de liberdade, sob competentes profissionais e abordagens farmacológicas. Mas elas não têm condições de desfrutar de liberdade e da convivência social normal.

O que assusta é a incapacidade social e institucional do Estado para tratar dessas situações. No caso de Adimar tudo justificava que ele não tinha condições de gozar de liberdade, mesmo vigiada. No caso dos padres não há como dispensá-los de abordagens técnicas e judiciais semelhantes aos “Adimar”. Os crimes que praticam se relacionam com a humanidade e ferem pública e profundamente a todos. Sem falar que é absolutamente contraditório que padres pratiquem tais males contra a humanidade. Esses homens não têm condições de exercer o sacerdócio nem o episcopado. Seu lugar é a cadeia e as correções, sem privilégios. Podem eles se dizer cristãos?

Claro, há graduações nos sofrimentos causados por pessoas que praticam o mal. Há diferença entre uma mulher que toma um telefone e ligua para fazer fofoca e destruir a reputação de pessoas, de um sujeito que envia e-mails, ligua anonimamente para caluniar e mentir com o objetivo de destruir alguém, de outro que alegue paixão e faça de tudo para destruir moral e socialmente uma mulher, mesmo que chame isso de amor ou para destruir seu marido, porque não quer vê-lo casado com fulana em relação e outros que abusam de crianças e adolescentes. Todavia, tudo o que causa sofrimento e danos é violência e crime. Deveríamos sempre reagir com medidas judiciais. Mas como contar com o Estado e com a justiça, sempre tão lenta e comprometida com a classe dominante?

Creio que a luta por justiça no enfrentamento dos violentos e criminosos de todo o tipo é uma luta política, também. A luta continua.

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