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quinta-feira

O rosto de Perillo demonstra culpa ou preocupação?

Perillo nega relação do governo com 'atos ilícitos' de Cachoeira

O governador admite que conhece, mas diz que não tem amizade com o contraventor


O governador de Goiás, Marconi Perillo (em primeiro plano) e o senador Demóstenes Torres (ao fundo)
Foto: O Globo / André Coelho
O governador de Goiás, Marconi Perillo (em primeiro plano) e o senador Demóstenes Torres (ao fundo) O Globo / André Coelho
BRASÍLIA - O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), admitiu conhecer o bicheiro Carlinhos Cachoeira e ter se encontrado com ele por três vezes em “reuniões festivas” – uma delas na casa do senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Mas negou ter amizade com o contraventor. Perillo também disse que confia na chefe de gabinete, Eliane Gonçalves Pinheiro, que pediu demissão na terça-feira após escutas da Polícia Federal terem apontado ligação dela com Cachoeira. O tucano garantiu não haver “qualquer relação do governo com atos ilícitos”. As afirmações foram feitas , em entrevista à TV Anhanguera.

- Os principais políticos de Goiás e empresários de Goiás certamente já tiveram algum tipo de conversa com ele (Carlinhos Cachoeira). A gente tem que entender que amizade é uma coisa muito profunda. Eu o recebi aqui (no gabinete) no ano passado formalmente, depois de um pedido de audiência do senador Demóstenes, para tratar da instalação de uma indústria química na cidade de Anápolis, procedimento que eu adoto com todos os empresários que me pedem audiência para tratar de geração de empregos - contou.

Segundo o governador, o contato que teve com Cachoeira foi muito esparso para que a relação seja considerada de amizade.

- Tivemos pouquíssimos encontros em ocasiões festivas, aniversários ou jantares, acho que três vezes. Eu não posso dizer que tenho uma amizade com uma pessoa com quem conversei pouquíssimas vezes. E nunca, em tempo algum, em hipótese alguma ele teria coragem de falar comigo sobre qualquer atitude relacionada a contravenção, sobre qualquer pedido de emprego ou de nomeação. Eu nunca dei liberdade para isso - alegou.

Perillo contou que, em uma ocasião, em uma festa na casa de Demóstenes, Cachoeira teria dito a ele que estava fora do crime há muitos anos.

- Que coisa boa! - ele teria respondido.

De acordo com reportagem do GLOBO, a chefe de gabinete do governador teria recebido informações sobre uma operação da Polícia Federal obtidas pelo grupo de Cachoeira. Uma das informações seria o cumprimento de mandado de busca na casa do prefeito de Águas Lindas (GO), Geraldo Messias (PP). Para Perillo, a servidora “tomou a decisão certa” ao deixar o cargo.

- Ontem (terça) ela confirmou ter recebido o telefonema sobre o caso do prefeito de Águas Lindas, mas (disse) que não repassou nenhuma informação e tomou a decisão correta de sair do governo _ declarou o governador à emissora de TV.

Em uma das escutas, Cachoeira e Eliane teriam se referido ao “maior”. Perillo negou que seja ele. Também na entrevista, o governador disse que nunca soube da relação de sua funcionária com o bicheiro:

- Eu nunca fui informado da relação de Eliane com o Cachoeira. Sempre ela me disse que se tratava de outra Eliane, uma advogada.

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