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sexta-feira

Marconi Perillo tem memória fraca

Perillo explica contatos com Carlos Cachoeira porque “todos os políticos importantes de Goiás tiveram algum tipo de relação”

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), defendeu os contratos do governo do Estado com empresas ligadas ao contraventor Carlos Cachoeira.

A explicação de Perillo foi dada em uma entrevista dada para o site IG, em que ele se recusou a receber a reportagem do portal alegando questões de agenda e somente respondeu as perguntas por e-mail. 

Perillo foi lacônico em algumas respostas e numa delas procurou explicar os contratos das empresas ligadas ao contraventor com o Estado de Goiás. Disse que “são dois contratos”, pois um, de locação de veículos, está expirando. Os “outros dois”, para construção de estradas, ele fez questão de dizer que não houve ilegalidade e procurou mostrar como o Tesouro estadual saiu ganhando em economia com o deságio. Em suma, na sua opinião, foi justo contratar as empresas de Cachoeira. Se o Tesouro estadual saiu ganhando e o contrato foi, aparentemente, legal, não importa que o Estado esteja financiando a empresa ligada a um mafioso. 

Para o jornal “Estado de S. Paulo”, Perillo se saiu com esta: “Mas é importante dizer que numa hora como essa não dá para haver hipocrisia. Todos os políticos importantes de Goiás tiveram algum tipo de relação ou de encontro com o Carlos Ramos, como empresário. Ele é dono de indústria de medicamentos em Anápolis, que se relacionou muito tempo com várias personalidades da sociedade goiana”. 

Como bem observa a coluna de Felipe Patury, na revista “Época”, no texto “Marconi Perillo tem sido traído pela memória”: “A memória do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), não anda boa. Ao menos, no que se refere às suas relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Quantas vezes, afinal, Carlinhos Cachoeira foi ao Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano? Há duas semanas, Perillo disse a ÉPOCA que foi uma vez. Na ocasião, Cachoeira teria falado de incentivos fiscais para a sua indústria farmacêutica, a Vitapan. Em entrevista à jornalista Christiane Samarco publicada hoje no jornal Estado de S. Paulo, Perillo diz que Cachoeira foi duas vezes ao palácio. Na segunda visita, Cachoeira também teria tratado de incentivos fiscais para a Vitapan, oficialmente registrada em nome da ex-mulher do bicheiro, Andréa Aprígio. Na mesma entrevista, Perillo admitiu ter encontrado Cachoeira em reuniões festivas. Murilo Ramos”.

Fonte: Hora do Povo

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