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sábado

Inferno astral dos religiosos

Carlos Pompe *

Tempos diabólicos para as seitas religiosas. Crente matando crente. Apelo a Jesus para garantir o sucesso de matança no Afeganistão. Denúncias de pedofilia na Igreja Católica, encobertas pela alta cúpula – envolvendo até o irmão do papa Bento XVI.



Alguns episódios, por data de revelação:

No dia 7 de março, conforme informou Ikechukwu Aduba, chefe de polícia estadual da Nigéria, foram assassinados 109 cristãos da etnia berom, num massacre perpetrado por muçulmanos da etnia fulani, perto da cidade de Jos, no centro do país. Foram detidos 49 membros de clã muçulmano, que teriam confessadoque estavam em uma "missão de vingança". Os fulani foram massacrados com facões e queimados pelos berom. Os cristãos são responsabilizados, pelos muçulmanos, de terem também atacado, anteriormente, os fulani.



"Esse tipo de violência terrível deixou milhares de mortos no Estado de Plateau na última década, mas ninguém foi responsabilizado", disse Corinne Dufka, pesquisadora sênior para a África Ocidental do Human Rights Watch. Existem versões de que os conflitos não se dão apenas por disputas religiosa smas, também, pela briga por terra e recursos naturais.



Não só em grupos tribais esse tipo de mortandade, que tem por motivação interesses territoriais e econômicos, assume roupagem religiosa. Veja-se o caso da Irlanda, onde só uma análise muito obtusa poderia ver nos enfrentamentos entre católicos e protestantes apenas uma divergência a respeito da interpretação do Novo Testamento. Certamente também não há quem acredite (embora o ser o humano tenha a capacidade de crer nas coisas mais incríveis!) que Israel ataque países árabes e palestinos apenas para cumprir as odientas ordens de Jeová contra os que veneram o rival Alá.



Continuemos. No dia 9, foram fotografados guerreiros do Exército dos Estados Unidos, subordinados ao prêmio Nobel da Paz, Barak Obama, orando a Jesus, juntamente com soldados da subserviente e traidora Guarda Nacional afegã, para que os abençoe e ajude a ter êxito nos ataques criminosos que realizam na província de Helmand, sul do país ocupado.



Também no dia 9, o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, afirmou, que os escândalos de abuso sexual na Alemanha e em outros países afligem a Igreja Católica e que qualquer caso de abuso na instituição é “especialmente deplorável”. Foi sua reação, digamos assim, radical, às denuncias de que padres católicos abusaram sexualmente de mais de cem crianças em escolas jesuítas espalhadas pela Alemanha. Depois dessas denúncias, mais surgiram.



Há décadas, garotos foram espancados e sexualmente abusados, em pelo menos três instituições da Bavária, inclusive numa onde atuava Georg Ratzinger, irmão do atual papa. Aliás, a Baváriia fica na região do país onde nasceu Joseph Ratzinger, que adotou o nome de Bento XVI.



No caso específico de seu irmão, os abusos foram registrados no coro da catedral de Ratisbona, onde ele atuou de 1964 a 1994. Três homens dizem ter sofrido com abusos sexuais, espancamentos e humilhações no início dos anos 1960, quando estudavam no colégio interno ligado ao coro, que era dirigido por Georg. O irmão do papa, que atualmente tem 86 anos, confessou que também deu tapas em alunos. "Durante viagens para concertos, alunos me contavam sobre o que acontecia. Mas, pelas histórias que me contaram, não me dei conta de que eu deveria tomar uma atitude. Eu não tinha consciência da extensão desses métodos brutais", disse, candidamente. Além de Georg, o próprio Bento XVI lecionou teologia nessa diocese, entre 1969 e 1977.



O reverendo Johannes Bauer, atual tesoureiro do monastério de Ratisbona, admitiu ter batido em alunos quando foi professor na escola, de 1985 a 1987. "Para minha vergonha, devo dizer que eu abusei fisicamente de crianças, de maneira brutal, e também as humilhei. Sinto muito e peço perdão do fundo do meu coração", lamentou.



A ordem dos capuchinhos, na mesma região, admitiu que um ex-diretor da escola de Burghausen abusou sexualmente de meninos em 1984 e 1985. A única providência tomada foi a transferência do religioso, como até hoje acontece em qualquer lugar do mundo onde a Santa Sé consegue aquiescência da justiça secular para proteger seus pastores.



A ministra da Justiça da Alemanha, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, censurou o Vaticano por ter dificultado as investigações relacionadas aos abusos sexuais em colégios católicos, a respeito dos quais foi erguido "um muro de silêncio". Ela acusou que existe uma orientação do alto clero para que "abusos tão graves sejam mantidos confidenciais pelo papa e não devam ser divulgados fora da igreja". Thomas Pfister, advogado que investiga as acusações, afirma que "houve muitos casos extremos de má conduta, que normalmente teriam sido punidos com longas sentenças de prisão. Um manto de silêncio foi jogado sobre as acusações."



A Igreja Católica vem enfrentando acusações de abuso em vários países. No mês passado, o papa convocou bispos irlandeses ao Vaticano, depois de um relatório governamental ter revelado que líderes da igreja tinham acobertado o abuso de crianças cometido por padres, também lá, durante 30 anos. Na Holanda, mais de 200 católicos já se apresentaram para relatar abusos sexuais que teriam sofrido por parte de padres, em muitos casos décadas atrás.



Dostoiéviski escreveu: “Se Deus não existe, então tudo é permitido”. E a realidade está escrevendo: “Depois que foi inventado o pedido de desculpa, tudo é permitido...”


Invasores e traidores pedem a bênção e vão matar

*Jornalista e curioso do mundo

Fonte. Vermelho

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