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segunda-feira

Vejam como irresponsáveis e golpistas a serviço rasteiro do imperialismo agiram para tropear o povo




Há pessoas que temem a gente, outras olham pelos cantos dos olhos entre sentimentos de ódio e de insegurança, outras sem argumentos falam coisas sem base e viram as costas. Felizmente muitas, mais humildes, se aproximam para conversar e até para perguntar sobre o que realmente acontece no Brasil nesse momento.


Muitas pessoas escrevem e opinam. Isso é bom. O ruim é a arrogância dos que se acham “sabidões” e se definem como os únicos e verdadeiros detentores do conhecimento.


A mim, neste blog, nas salas de aula, nas celebrações e à frente da IBRAPAZ cabe-me o irrecusável papel profético de denunciar as injustiças, os injustos e de anunciar caminhos para juntos lutarmos pela construção da justiça e da paz.


Agora leiam essa matéria do “Opera Mundi” e avaliem as barbaridades que esse irresponsável diz. O canalha revela iniciativas no sentido de jogar o Brasil numa guerra tipo a da Síria e da Líbia, onde o imperialismo americano joga pesado para destruir as conquistas de seus povos. O pior que boçal não age sozinho!


Então, amigos, parem de besteira ao escreverem e dizerem que isso é movimento apartidário, sem coloração esquerda-direita. Pelo contrário, trata-se de tentativa de manipulação grosseira da direita e do imperialismo. Nós corremos riscos de guerra no Brasil. Os brutais interesses internacionais na nossa Amazônia, no nosso petróleo e no nosso mercado interno nos expõem às ganâncias sem limites dos terroristas internacionais.


Leiam a matéria abaixo e assistam os vídeos.

Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz.

Dom Orvandil: bispo cabano, farrapo e republicano.

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#changebrazil: “O que eu fiz foi uma tentativa de sujar o governo brasileiro no mundo”

Correia da desinformação gira velozmente na Web, aproveitando marcas de protesto em outras partes do mundo











"O que eu fiz foi uma tentativa de sujar o governo brasileiro no mundo, exatamente como o vídeo diz.” Assim definiu Thismr Maia, pseudônimo de Silvio Roberto Maia Junior, porta-voz do movimento Change Brazil, o objetivo dos vídeos que postou na Web, segundo o site Direto da Aldeia. Nascido em 14 de junho, no momento em que uma onda de manifestações eclodiu no país, o movimento vocalizou por meio de vídeos de Maia pedindo – em inglês – um pedido de “ajuda” internacional.





No vídeo, que já tem mais de um milhão de acessos no YouTube, Maia fala da repressão sofrida por manifestantes em 13 de junho. Nesse dia, a polícia militar, controlada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), reprimiu com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha o protesto, ferindo também jornalistas. Boa parte da mídia, que anteriormente havia criminalizado os protestos – especialmente por meio de editoriais raivosos pedindo a “retomada da Paulista” –, mudou completamente o tom e passou a defender o movimento Passe Livre.


Ali, naquele momento, nascia também o Change Brazil, ou #changebrazil. Nas redes sociais, pipocou um vídeo, em inglês, com legendas em inglês, que se intitulava “Please Help Us” (Por favor, nos ajude). Em um estúdio bem iluminado, em gravação de qualidade profissional, Maia começa falando sobre o aumento da tarifa de ônibus e imediatamente cita os levantes populares na Turquia e na Síria – “espontâneos”.

Reprodução/Facebook

Turcos enviam mensagem de apoio a manifestantes brasileiros, que também levaram bandeiras vermelhas aos protestos
De fato, o caso turco foi rapidamente comparado ao brasileiro pela mídia brasileira e internacional, que apontou como o denominador comum o caos das grandes metrópoles. Manifestantes aqui e lá trocaram afagos, com brasileiros levando aos protestos bandeiras da Turquia e vice-versa. O premiê turco, Tayyip Erdogan, porém, avalia que não se trata de uma coincidência e que os dois países são alvo, na verdade, de conspiração internacional. Não está claro que haja uma articulação externa, mas a correia da desinformação gira velozmente na Web.

O Anonymous Brasil, um perfil que, como o próprio nome indica, preserva a identidade de quem o dirige, precisou desmentir que tinha publicado um vídeo que também teve mais de um milhão de visitas, que elencaria cinco bandeiras do movimento que segue nas ruas. Entre os perfis que espalharam este vídeo, um deles, talvez o mais acessado, é assinado por “Dilma Bolada” -- ao que tudo indica, um perfil no Youtube falso que se aproveita da popularidade da personagem, essencialmente pró-governo, do Facebook.
Reprodução/Facebook
Falando rápido, Maia critica a mídia, pedindo que o espectador tenha em mente que a “verdade” sobre os protestos não será reportada nem no Brasil nem no exterior. Por isso a “boa ação” do vídeo. Ainda antes de completar um minuto de fala – o vídeo tem mais de cinco minutos –, Maia já condena a classe política brasileira e aponta que a motivação dos manifestantes é justamente um rechaço contra a roubalheira e má fé, generalizadas. Ele não menciona nomes de partidos ou políticos.


Nos protestos seguintes, coincidentemente, muitos gritos eram direcionados exatamente contra os políticos, vários pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em 17 de junho, a matriz foi repetida pelos apresentadores de telejornais, enquanto as imagens da multidão espalhada pelas ruas das principais cidades brasileiras eram transmitidas ao vivo. Alguns jornalistas, enquanto narravam “o despertar do Brasil”, se emocionaram. Poucos dias antes, os mesmos reclamavam do trânsito provocado pelos protestos do Passe Livre e chegavam a chamar alguns manifestantes de “vândalos”.



No dia seguinte, os principais jornais, como Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, seguiram disseminando o “basta” escutado nas ruas brasileiras. Não demorou para o espírito do Change Brazil se espalhar. Mais tarde, na quinta-feira passada, membros de partidos de esquerda foram agredidos na Avenida Paulista. Organizada pelo Passe Livre para comemorar a redução da tarifa, a manifestação logo perdeu o intuito inicial. “Sem partido” e “Aqui é Brasil” eram as consignas tanto dos agressores como do resto dos manifestantes, muitos enrolados na bandeira nacional, com pinturas em verde e amarelo no rosto.

Efe (20/06/2013)

Manifestação na Avenida Paulista para celebrar a revogação do aumento da tarifa expressou rechaço à política em geral

Também se ouviu “Quem não pula quer a Dilma”, adaptado do protesto pelo aumento da passagem do transporte público, “Quem não pula quer tarifa”. Com o aumento da violência nos protestos, cada dia mais numerosos, a presidente se dirigiu à nação em cadeia de rádio e TV, onde deixou claro seu respeito aos manifestantes pacíficos. Ela também se disse disposta a analisar todas as demandas apresentadas nas ruas. “Eu estou escutando vocês”, sublinhou Dilma.


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