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terça-feira

Cachoeira e Marconi queriam eleger [sic] (?) prefeito de Goiânia

Cachoeira e Marconi queriam eleger prefeito de Goiânia Foto: Edição/247

A manchete dessa matéria do 247 diz que Cachoeira e  Marconi queriam eleger o prefeito de Goiânia. Na verdade, isso significa fazer o povo de bobo, de besta, de otário e usá-lo nas eleições. Esta a amostra do que debato aqui, em sala de aula e com o povo: é preciso aumentar a consciência política e prestar a atenção nos candidatos, nos projetos e, sobretudo, em quem está por trás como partido. Por exemplo, os candidatos do PSDB e do DEMOCRTAS são todos de direita e comprometidos com o roubo, com as privatizações e com o pior que ocorre em nosso País. 

Veja a matéria abaixo.

Duas conversas da operação Monte Carlo mostram o jogo político que estava sendo montado para que Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres apoiassem o candidato do governador Marconi Perillo (PSDB) a prefeito de Goiânia, Leonardo Vilela (PSDB), já no ano passado

22 de Maio de 2012
 
Goiás 247 – Em agosto do ano passado, o contraventor Carlinhos Cachoeira teve duas conversas reveladoras das intenções políticas do grupo e, mais uma vez, da simbiose com o governador Marconi Perillo (PSDB).
Já estava em pauta a disputa pela prefeitura de Goiânia, e o deputado federal e na época secretário do Meio Ambiente buscava apoio para se consolidar como o nome da base marconista. Leonardo queria o apoio do senador Demóstenes Torres (ex-DEM), favorito em várias pesquisas e, portanto, cabo eleitoral considerado decisivo.
Na primeira conversa, às 11h12min, Carlinhos e Wladimir tratam de um assunto que envolve 'Leonardo' – que, ao que parece, vai além da questão política. O contraventor, porém, ao argumentar reproduz diálogo entre ele e o governador, um diálogo que dá a medida da intimidade de quem está afinado por interesses comuns. 

Wladimir – (...) veio o Mauro, o Eugênio e o Paulinho, você quer almoçar com eles?
Carlinhos – Dou um jeito de ir.
Wladimir – Tá, eu vou lá no Leonardo agora que ele tá me esperando pra mim conversar aquele assunto com ele, e você não quer almoçar com a gente ou não?
Carlinhos – E o governador falou pra mim também, viu? Sobre o Leonardo, "O Leonardo falou pra mim, que você também tá apoiando, você que levou o Demóstenes pra apoio ele e tal, então vamo dar uma força pra ele" então o governador tá bem no do Leonardo, viu? Fala pra ele, a conversa qeu eu tive com ele, viu.
Wladimir – Não, beleza, então, mas aí você vai almoçar com a gente ou não?
Carlinhos – Digo, o Leonardo tem que procurar o Demóstenes, não, vou não, o Leonardo tem que procurar o Demóstenes pra, pra falar isso, viu? Pra dar uma dura no, fala "o porra Leonardo, o cara (inaudível) mandou procurar o Demóstenes, rapaz, mandou oferecer dinheiro, absurdo, viu?" quem amenizou e pôs, "o cara esse Vivaldo falou foi por conta própria", mas o cara falou o nome do Leonardo, rapaz.
A outra conversa ocorreu às 15h08, entre Demóstenes e Cachoeira.
Demóstenes – Professor, esqueci de falar com você, o Leonardo Vilela, sabe, tô precisando falar com ele. O Marcone pediu pra eu falar com ele.
Carlinhos – Mas cê quer marcar com ele hoje, como é que faz?
Demóstenes – Se ele achar que não dá pra vir aqui agora ou daqui um hora e tal, tem que ser, porque à noite eu tô enrolado com aquele povo lá, uai.
Carlinhos – Ah não, tá. Vou ver agora e te falo.
Demóstenes – Aí já adianta o negócio, já deixa claro pra ele que ele tem o meu apoio.
Carlinhos – Excelente. Excelente porque o Waldmir já falou pra ele aqueel trem do Grivaldo(?). É bom cê pôr também que é trem do Grivaldo(?) viu? Ele já tá louquinho com essa história. Aí ele vai arrumar uma desculpa pra você e cê aceita.
Demóstenes – Beleza, tranquilo, sossegado. Então falou. Vê aí o quê que cê faz. Se cê puder trazer ele aqui...
No início de abril, Leonardo Vilela foi citado em reportagem do Correio Braziliense por ligações com Cachoeira. Em nota, o deputado não só confirmou contato com o contraventor como informou que buscou ajuda política sua (leia aqui). Fica claro agora que a articulação estava sendo acompanhada de perto pelo governador Marconi Perillo, e que ele tratava do assunto diretamente com Cachoeira.

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