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terça-feira

Defender a moral não é a mesma coisa que ser moral



Amigo Pedro

Outro dia, em uma de nossas conversas, me alertaste que eu não deveria tratar dessas questões graves das denúncias em relação às perseguições  que o tucano Governador Marconi Perillo, de Goiás, faz aos professores, à educação e à saúde do estado, de sua amizade com um dos maiores mafiosos do Brasil, o Carlinhos Cachoeira, do moralismo e hipocrisia do senador “demo” Demóstenes Torres, que ganhou de presente uma cozinha no valor de R$45.000,00 de seu amigo e mafioso Carlinhos Cachoeira, para quem ligou quase 300 vezes, segundo investigação da polícia federal, sobre a opção que os pastores evangélicos e deputados Fábio Sousa e João Campos de militar na direita mais cruel, que promove o desemprego e o esmagamento do país em face de seu povo e na roubalheira de seu patrimônio e recursos públicos. 

Naquela oportunidade, meu amigo Pedro, eu te disse que essas coisas são muito graves e prejudicam barbaramente a todos nós, ao nosso povo e ao Brasil. Esse senador amigo do mafioso foi tão grosseiro na defesa de suas ideias moralistas e falsas que o levaram a atuar contra o ex-presidente Lula, com problemas ou não em seu governo, foi o primeiro presidente operário que teve a felicidade de destravar o País e projetá-lo no caminho do desenvolvimento. Esse moral falsa teve o desplante de acusar a Presidenta Dilma de corrupção e desejar-lhe o impedimento de seu cargo, numa verdadeira afronta ao povo que a elegeu.   

Disseste-me que essa gente é muito perigosa e traiçoeira. Para  mandarem bater ou matar em alguém não custa nada. Ora, Pedro, te disse na oportunidade, isso é problema deles. Ser de bem ou bandido é opção ética de cada um. A mim, no caminho profético, como diz o nome desse blog, opto pelo caminho ético de denunciar as injustiças que esses homens públicos cometem. Não fui eu que inventei que Demóstenes é hipócrita, mas ele fez discursos mentirosos e moralistas de um lado e a polícia federal descobriu sua amizade íntima com um dos maiores bandidos e mafiosos do País, de outro lado, amizade, aliás, confirmada por ele em desastrado discurso no Senado Federal, quando e onde, cujas explicações e defesas o condenaram ainda mais. 

Quanto aos pastores evangélicos, eleitos deputados com os votos dos crentes de suas igrejas, envolvidos com essa direita abjeta brasileira, penso que é grave. Claro que muitos dos crentes de igreja são conservadores, reacionários e de direita, mas a maioria do povo que participa das igrejas evangélicas é boa e quer o melhor para o povo e a sociedade brasileira. Muitos ingenuamente creem em seus pastores e nos candidatos que indicam, sem perceber as manipulações e maquiavelismos. Muitos pensam que não importam os partidos, a ideologia programática e as máquinas que dirigem poderosos interesses e negócios e entregam seus votos e até oram por seus eleitos nas eleições. Não percebem que muitos deles invés de priorizar as mudanças dos panos de fundo de estruturas que esmagam e oprimem o povo com desemprego, com malversação dos recursos públicos, retirando-os da saúde, da educação, do transporte, enfim, dos programas sociais, defendem interesses de suas famílias, de grupos dominantes e atrasados, de igrejas que compram TVs, rádios e bajulam os poderosos.

É nesse sentido que chamo os deputados Fábio Sousa e João Campos às falas. Esses homens dizem seguir Jesus, cuja história testemunhada pelos evangelistas que eles leem, não aceita misturar-se aos malfeitores e ladrões, e, eles, como militantes de um partido de direita, cujos programas de governo, em todos os níveis, sempre jogam contra o povo e a favor da direita corrupta, que vagabundamente vive à sombra do poder e dos recursos públicos. Fábio e João Campos sabem que não é possível servir a dois senhores.

É isso, Pedro. Quanto ao fato de caras feias e vontade de mandar bater ou matar, isso é problema deles. Hoje fui à Câmara de Vereadores e à Assembleia Legislativa, conversei com muita gente, fui a todos os gabinetes de todos os partidos e ninguém me mordeu. Depois saí à pé, dirige-me  à Praça Cívica e ninguém me interceptou. A hora que quiserem me enfrentar é só me pedir o meu roteiro. Não tenho porque temer ninguém nem posso me esconder. 

Convido-te e aos leitores blogueiros, que muito me honram com seus milhares de acessos, a ler abaixo a excelente matéria escrita pelo Jornalista Altamiro Borges sobre o assunto CPI do Cachoeira.

Abraços críticos e fraternos. 



A queda do último “ético” do DEM
Por Altamiro Borges
Em conversa com o blogueiro Rodrigo Vianna, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) se mostrou muito otimista com a possibilidade da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as ligações do mafioso Carlinhos Cachoeira com o senador demo Demóstenes Torres e outros influentes políticos de Goiás – inclusive o governador tucano Marconi Perillo.



Ele informou que já recolheu 136 assinaturas de apoio e que adesões devem chegar a 200 nesta semana. “A CPI será um ponto de apoio para a investigação da Polícia Federal; eu sei o que é investigar gente poderosa; sem apoio político às vezes o delegado perde as condições de seguir investigando”, afirmou o deputado, que ganhou fama por sua atuação como delegado da PF.

Pressão e jogo sujo

Apesar do otimismo, Protógenes sabe de que haverá muita pressão e jogo sujo contra a criação da CPI. “Muita gente se banhou naquela cachoeira, mais gente usou aquela cozinha”, ironiza, lembrando a cozinha de R$ 45 mil que Demóstenes Torres ganhou de presente do amigo mafioso. O jogo sujo contra o deputado também já começou, inclusive com insinuações venenosas na Veja.

“A turma dele mandou me avisar que eu teria encontrado Cachoeira em eventos de que participei em Goiás; nunca me reuni com ele, não me reúno com bandido”, afirma Protógenes. Caso vença os obstáculos e consiga instalar a CPI Cachoeira/Demóstenes, o deputado dará inestimável ajuda para desmascarar os falsos moralistas do DEM. A CPI acelerará a ida dos demos para o inferno.

O partido mais corrupto do Brasil

A queda do último “paladino da ética” do DEM poderá ser fatal. Apesar de toda a retórica, a legenda da direita nativa é cada vez mais associada ao desvio de recursos públicos. No ranking do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, o partido é apontado como o mais corrupto do Brasil. Só entre 2000 e 2007, 69 políticos do DEM foram cassados por malversação dos cofres públicos.

Em 2009, a principal referência dos demos, o ex-governador José Roberto Arruda – cotado para ser o “vice-careca” de José Serra e bajulado pela revista Veja – foi preso no escândalo do mensalão do DEM do Distrito Federal. Em 2011, um governador, uma senadora, 17 deputados e centenas de prefeitos e vereadores abandonaram a enlameada legenda e migraram para o PSD de Gilberto Kassab.

Com a imagem desgastada e depois das derrotas de vários demos em 2010 e da recente debandada, Demóstenes Torres sobrou como o último “ético” do DEM. Ele era apresentado como incorruptível e chegou a ganhar o apelido de “senador ficha limpa”. Não poupava ninguém com seus discursos moralistas. A CPI pode acabar com essa imagem e enterrar de vez os demos.

Fonte: Blog do Miro

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