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terça-feira

Como se sentem os santos homens ao lado do demo e do mafioso?


Caro amigo Miro

Hoje o Jornal Nacional da  TV Globo mencionou superficial e cinicamente o caso da relação promíscua entre o demo Demóstenes Torres e o mafioso Carlinhos Cachoeira, bastante conhecido aqui em Goiânia e até considerado pessoa boa, simples e simpática por muitos que não conhecem suas falcatruas. William Bonner leu no telepronter que após o discurso que o senador moralista e amigo do bicheiro-mafioso fez da tribuna do Senado todos os senadores foram solidários com ele. Para exemplificar mostrou imagem gerada por uma câmera que fechou sobre alguns, não mais do que meia dúzia. Enorme solidariedade!

Eu, porém, tenho outra curiosidade, a de como reagem os santos pregadores e deputados Fábio Sousa e João Campos. O que será que eles pensam sobre o seu coligado senador amigo de mafioso. Em mensagens anteriores questionei os dois sobre como eles sintetizam a pregação sobre o Jesus de Nazaré, que sempre defendeu os pobres, oprimidos e injustiçados, que agregou no colégio apostólico dois guerrilheiros, Pedro e Judas e participarem, ao mesmo tempo, de partido de direita de lamentável história de venda e entrega de nosso patrimônio público aos urubus e sanguessugas também geradores de desemprego e de miséria no Brasil. A coisa evoluiu como rabo de cavalo desde a semana passada ao ponto de desaguar na sujeira que respinga na direita de Goiás, inclusive no seu governador, jorrando intensamente da amizade do senador demo com o mafioso.  

O que será que pensam os crentes que votaram em Fábio Sousa e João Campos, os pastores que andam em más companhias sem convertê-las aos santos rebanhos?

Parabéns amigo Miro, por tua missão em denunciar toda essa bandalheira antipatriótica.
Abraços.



O advogado do demo Demóstenes Torres
Por Altamiro Borges

O líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres, ficou mais sujo do que pau de galinheiro com as provas da Polícia Federal sobre a sua ligação com o mafioso Carlinhos Cachoeira. Mas ele não deve estar lá muito preocupado. Afinal, como disse ao jornal O Popular, o caso já foi abafado pela mídia seletiva. “Só há repercussão em Goiás... Fora disso, a coisa já está superada”, comemora o demo.



Além disso, ele agora conta com um ativo “advogado de defesa” no poderoso Grupo Abril, que edita a “imparcial” revista Veja. O colunista Reinaldo Azevedo decidiu deixar o silêncio de lado para defender seu maior ídolo no “combate ao lulopetismo”. Ele até publicou uma entrevista com o amigo Demóstenes, que mais parece com uma peça de defesa para as barras dos tribunais.

Redes sociais incomodam blogueiro da Veja

Segundo o impávido blogueiro da famiglia Civita, a decisão de abraçar a causa se deu devido às pressões das redes sociais. “Não é que a turma do José Dirceu na Internet resolveu provocar: ‘E agora, Reinaldo Azevedo?’ E agora o quê? Ora vejam: Demóstenes é articulista do Blog do Noblat, não do meu, mas parece que não dirigiram ao titular daquela página nenhuma indagação”.

Mesmo assim, Reinaldo Azevedo insiste: “Mantenho todos os elogios que fiz ao desempenho do senador Demóstenes Torres até agora... Ele sempre esteve a favor das causas que considerei corretas”. Dadas estas justificativas, ele abre espaço para o seu ídolo. “Como não há vagabundos que me intimidem ou constranjam, segue abaixo entrevista que fiz com o senador Demóstenes”.

Mafioso vira empresário de sucesso

Na prática, o blogueiro levanta a bola para o senador demo chutar. Na maior caradura, Demóstenes diz que a Polícia Federal não apresentou qualquer prova contra ele na Operação Monte Carlo. “Reinaldo, eu não fui flagrado coisa nenhuma! Flagrado é aquele que é pego fazendo coisa errada. O que é que eles têm? Telefonemas entre mim e Cachoeira? Eles provam o quê?”.

Noutro trecho, o demo ainda tenta livrar a cara do mafioso Carlinhos Cachoeira. “Ele é um empresário de sucesso na região, com trânsito na sociedade local, e numa atividade que nada tem a ver com caça-niqueis. Ele é dono de um laboratório de remédios bem-sucedido. Circula na sociedade. Todo mundo — de todos os partidos — fala com ele e com os demais empresários.

Tutti buona gente!

O líder do DEM também se jacta dos seus feitos como secretário de Segurança de Goiás, entre 1999 e 2002, e insiste em dizer que não conhecia as ações do mafioso. Pobre segurança de Goiás! Ele ainda confirma que recebeu um presentinho de casamento do bicheiro. “A mulher dele, que é amiga da minha esposa, nos deu uma geladeira e um fogão como presentes de casamento. Essa é a grande acusação?”.

Como se observa, é tudo coisa entre amigos. É tutti buona gente!

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Leia também:

- Demóstenes Torres: o demo "ético" caiu

- Demóstenes Torres sumiu da mídia

- Demóstenes, o mafioso e a mídia

- O bicheiro, o senador e a revista Veja

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