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terça-feira

O Estado de Israel que massacra os palestinos nasceu terrorista e virou monstro





Querida amiga Janise Carvalho

Nossa conversa sobre as causas da ignominiosa ação de Israel sobre nossos irmãos palestinos foi esclarecedora. Sua humildade em afirmar que pensava que Israel era vítima foi comovente pelo tom de honestidade de sua posição. A partir de nossa conversa sua disposição de luta mudou em favor das verdadeiras vítimas do desrespeito aos direitos humanos, há décadas pisados pelas botas dos que deveriam ser seus parceiros. 

As barbaridades que Israel promove no Oriente Médio tem origem histórica em duas vertentes. Pena que muitos evangélicos e católicos aqui no Brasil se equivoquem sobre o papel de Israel naquele contexto e também fora de lá. Infelizmente esses seguimentos religiosos se organizam em modelos empresariais mercadológicos, sem compromisso humano com a justiça social. A partir daí defendem inescrupulosamente Israel, chamando-o indevidamente de Isarael de Deus, com o objeitvo de porteger os altos negócios em torno do turismo. Tanto evangélicos quanto católicos empreendem caríssimas rotas turísticas pelas chamadas "terras do Senhor", em acordo com aquele governo terrorista para ganhar com a porpaganda que blinda a rosto munstruoso do que faz contra os palestinos. Alerto, querida amiga, que não me refiro aqui a todos os católicos e a todos os evangélicos. Há muitos cristãos sérios que não compactuam com essas alianças com o mal.

Antes de identificar as fontes que produzem esse Estado Israelita terrorista, permita-me que arrazoe que correntes cristãs no Brasil se desorientam por duas razões: uma, ao ler mal e superficialmente a Bíblia interpretam que o Israel mencionado pela Bíblia e, por serem bibliólotras acríticos ignoram que este Israel aí não guarda nenhuma relação com o simbólico bíblico, abandonado muito cedo pelos profetas que se opuseram às injustiças que a casta dominante sempre impôs aos pobres, como a própria Bíblia demonstra; a outra razão, é porque esses grupos são abstratistas e alheios à realidade, numa espiritualidade absolutamente descompromissada social e humanamente. Eles se interessam somente pelo que produz dinheiro. O Cristo que apregoam é um fantasma sem história e sem palestinidade, completamente descarnado social e culturalmente, que se desvinculou da sua própria história a partir de certa pregação que o enviou para certo céu onde somente reinarão os alienados e omissos, sem vontade e sem amor. Esse ser fantasmagórico é ótimo para alavancar os negócios das igrejas, mas radicalmente perverso e omisso aos sofrimentos humanos. Seus ensinamentos sobre a terra e o próximo foram esvaziados e jogados às traças. O Cristo fantasma não tem vínculo com o Jesus palestino e das comunidades primitivas historicamente perseguidas e violentadas nos seus mínimos direitos de viver. 

Essa vertente que gerara esse monstro terrorista, que vomita bombas e se alimenta do sangue das crianças, das mulheres, dos doentes sobre cujos hospitais onde explodem, matando doentes indefesos e sobre todo o povo carente de justiça, vem do tempo de Jesus e se consolidou e se canaliza no nazismo no século passado, a segunda vertente que o mantem respirando, sempre sustentado pelos impérios poderosos e desumanos. 

A primeira  fonte, então,  vem dos setores farisaicos e dos sacerdotais vis, que vinculavam o culto ao poder opressor, adormecidos e omissos ao vasto poder romano dominante e terrorista em terras palestinas. Os fariseus exerciam a função de torcer as leis e os ensinamentos libertários do Velho Testamento e dos profetas, estes sempre audazes e corajosos contra os opressores, para facilitar covardemente a presença hostil do império romano na Palestina. Correntes farisaicas em aliança com os sacerdotes alienados do templo, colaborando de mãos dadas com o império romano, sempre violento e desrespeitoso com as culturas do Médio Oriente ajudaram a promover  o julgamento mensalão na calada da madrugada que condenou Jesus ao suplício e à morte de cruz, método romano de abafar os sediciosos revolucionários, desde a antiguidade e devastador dos pobres no século primeiro de nossa era. 

Os fariseus e os sacerdotes do templo de Jerusalém articularam-se para abafar os protestos e críticas dos profetas contra a teocracia judaica, que explorava e roubava os pobres, matando sua tradição. Nos tempos de Jesus essa teocracia cedeu o poder para a teocracia escravocrata romano. A corrente judaica atrasada representada pelo farisaísmo somou esforços com os romanos para matar o último profeta, Jesus. 

Essa é uma das origens do atual Estado de Israel.

A outra fonte é o nazismo alemão gerado por Adolfo Hitler. O general judeu polonês Ben Gurion, juntamente com outros, fundou uma seita ideológica judaica chamada “Sionismo”, em referência simbólica ao Monte Sião, caríssima ao judaísmo por lembrar as tábuas da lei de Moisés. 

O sionismo colaborou com a minimização da imagem negativa de Hitler no mundo, por isso este ao perseguir os judeus pobres e trabalhadores, que revindicavam direitos e justiça na Alemanha, ao estilo dos antigos profetas do Antigo Testamento, viu nessa corrente uma organização que poderia apoiá-lo. O nazismo viu nos sionistas de Ben Gurion um pilar de apoio entre os judeus. A história é plena de provas de que os sionistas fizeram acordo com os  nazi-fascistas, que levaram o mundo à II Guerra Mundial, para expulsarem os judeus operários da Europa e jogá-los nas terras habitadas milenarmente pelos palestinos no Oriente Médio. Os judeus ricos e poderosos não oravam em Israel. Sua função era dominar o mundo, espalhando-se peloa países mais aquinhoados economicamente.

A convivência entre sionistas e palestinos nunca foi passiva porque aqueles é que são os verdadeiros invasores das terras habitadas pelos povos árabes. A invasão sionista aliou-se aos colonizadores ingleses para dominar as terras palestinas de 1920 a 1947, praticando verdadeiras atrocidades contra um povo que vive na Palestina há mais de dez mil anos. 

Em 1948 a ONU sob pressão nazi-fascitas, decidiu criar dois estados no Oriente Médio. No entanto, instituiu o dos judeus, que tomaram posse de 54% das terras de seus antigos donos, espremendo-os no que sobrou dos 46% restantes, hoje ainda menor por causas das constantes guerras de rapina promovidas pelo inimigo Israel.

Com o passar dos anos o massacre genocida só se intensifica, sendo que os sionistas israelitas usam bombardeiros, aviões, satélites, bombas de longo alcance e alto grau de destruição, navios e exército tecnologicamente armado, com armas letais nas mãos de militares racistas e extremamente rancorosos pelo trabalho de lavagem cerebral feito nos quartéis. 

Enquanto acontecia a Copa do Mundo e dávamos exemplos de paz e de acolhimento dos povos e dos diferentes aqui no Brasil  os sionistas criminosos, racistas, preconceituosos e carregados de ódio despejavam e despejam bombas que estraçalham crianças e todas as pessoas que vivem na maior prisão do mundo, Gaza. Nossos irmãos palestinos são condenados ao extermínio exatamente por quem invadiu suas terras, sustentados pelos poderosos internacionais, como o imperialismo americano e seus lacaios europeus. 

É preciso aumentar o volume de solidariedade com nossos irmãos palestinos contra o genocídio e o terror do Estado de Israel, desde o seu nascedouro terrorista e desumano.

Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz.
Dom Orvandil: bispo cabano, farrapo e republicano.



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