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quarta-feira

As raízes imundas das tramas da direita






Querida amiga Biomédica e Professora Wênia Cristina


Conversar contigo no intervalo de nossa aula no sábado foi saborear a história de uma jovem mulher lutadora e vencedora. Bonita tua história de amor e de família que constróis com teu marido. Parabéns. 


Pois bem amiga, este blog se propõe representar em forma de textos que produzo e de postagens de autores excelentes a luta contra a direita, sempre destrutiva dos sonhos do povo e da democracia. Esse mal crônico se infiltra em todos os quadrantes do poder. Aqui também luta-se contra a forma máxima e superior da direita que é o monstro imperialista, verdadeira fábrica mundial de injustiças e destruição do mundo.  


Agora reflito contigo o nível de sujeira que significam os atos dos direitistas, sempre destemidos nas gigantescas imundices que praticam. 


Incrível, minha amiga, e eu me escandalizo com isso, que os direitistas não se envergonham nem medem esforços para armar esquemas para derrubar governantes, para matar e destruir as conquistas do povo. 


Vê os exemplos que alinharei brevemente e sugiro que leias as informações completas dos sites que comentarei. 


O grande Jorge Amado ao descrever as agruras frutos das perseguições que a direita impôs ao gigante patriota Anísio Teixeira, chega a desenhar o mal que essa maldita postura representa contra a vida dele e ao que ele significou: “Tão extraordinário a ponto de ter sido alvo durante toda a vida de restrições, suspeitas, aleivosias, perseguições, misérias de todo tipo com que os imundos o perseguiram — sobram imundos no Brasil. Tentaram de todas as maneiras impedir Anísio Teixeira de realizar sua missão civilizadora mas ele era irredutível e invencível (aqui).” Sim, a direita petrificada pela ditadura militar perseguiu e assassinou o iluminado educador, pensador e baiano Anísio Teixeira.


A característica usada por Jorge Amado para pintar os direitistas é perfeita. Ele os chama de imundos. São imundos que fazem imundícies e feiuras. 


Miguel do Rosário, um fantástico jornalista e patriota, esforça-se para desnudar as sujeiras da direita no Brasil. Algumas de suas pistas são evidentes. Ela atua na mídia, no judiciário e em setores poderosos do empresariado nacional. 


Enquanto atuação pela mídia a direita é mentirosa e usa todos os recursos tecnológicos para enganar e cegar a opinião pública. Ao desmontar as armadilhas no caso de Henrique Pizzolato Rosário mostra que a mídia manipula e ludibria com uso de umas palavras nas manchetes e de outras no corpo das notícias, como se vê aqui.
 

Desinformar e enganar a opinião pública com o objetivo de levantar o povo escurecido contra os avanços conquistados é tão grave quanto provocar pânicos, guerras e matanças. É o que essa mídia ai nas tevs, jornais e revistas faz. 


Nesse texto de Miguel do Rosário é espantosa a revelação das sujeiras e imundícies da direita. Miguel vê tanto furo e mentira nessa Ação Penal 470 que suspeita do alto teor de golpe de Estado aí aninhado, como noutros eventos. 


Nosso jornalista relata a conversa com um deputado federal que lhe contou da armação de empresários de São Paulo que praticamente sequestraram Severino Cavalcanti, então presidente da Câmara, oferecendo-lhe dinheiro para que renunciasse a presidência. “Em seu lugar, entraria o deputado Thomaz Nonô, do então PFL-AL, o qual aceitaria o pedido de impeachment do presidente Lula. Mesmo que o Congresso não aceitasse, o pedido serviria para desgastar politicamente o presidente. Cavalcanti não aceitou, em nome da afinidade que sentia com um homem de sua própria terra, vindo das mesmas origens populares como ele próprio. O que pode ter salvado o país, portanto, foi a velha honra pernambucana.”


Qual o nome desse ato sujo e imundo desses empresários de direita? O nome disso é golpe, é traição, é lama de direita.


Concordo com Miguel do Rosário de que o tal “mensalão do PT” é golpe para atrasar os avanços progressistas, passando pela articulação perniciosa com a direita neoliberal e atrasada, que trava o governo. 


A Comissão da Verdade traz à tona sujeiras e imundícies dessa mesma direita nas manobras de esgoto ao dar o golpe militar na traição ao Presidente João Goulart, de saudosa memória. Gilberto Natalini (aqui), presidente da Comissão Municipal da Verdade de São Paulo “informou que em depoimento nesta terça-feira, na capital paulista, o coronel reformado Erimá Pinheiro Moreira, de 89 anos, relatou que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) subornou em 1964 o então comandante do II Exército a apoiar o golpe militar no país.” O coronel reformado dá nome para o “doador”, para o traidor da Pátria: “Segundo o ex-major farmacêutico, que servia na época no Hospital Geral Militar de São Paulo, o então presidente da entidade empresarial, Raphael de Souza Noschese, ofereceu US$ 1,2 milhão ao general Amaury Kruel para que deixasse de apoiar o então presidente João Goulart, do qual havia sido ministro da Guerra de 1962 a 1963.” Nota bem que o Presidente João Goulart confiava no General Amaury Kruel e o considerava seu amigo. 


A imundície em forma de dinheiro da direita continua no relato de Erimá Pinheiro Moreira. “No depoimento, o coronel reformado relatou que cedeu as instalações de um laboratório de análises clínicas, em sua propriedade, para a reunião entre Amaury Kruel e Raphael Noschese, ocorrida no dia 31 de março de 1964, dia do golpe militar. Segundo o coronel, três homens acompanharam o encontro, os quais portavam maletas que estavam cheias de dinheiro.


Após o encontro, segundo Erimá Moreira, as maletas foram colocadas no veículo do general Amaury Kruel e, horas depois do encontro, ele anunciou apoio ao golpe militar. Segundo a Comissão Municipal da Verdade, o coronel reformado questionou na época se o general havia recebido o dinheiro. Ele foi cassado, na época, e vigiado pelo II Exército.


No depoimento, Erimá Moreira disse ainda que recebeu a informação, posteriormente, que o comandante, que morreu em 1996, usou o dinheiro para comprar duas fazendas na Bahia.”


Nessa semana o descarado Boni, ex-poderoso chefão da Globo, confessou que aquela emissora imunda golpeou as eleições no segundo turno de 1989 para eleger Collor de Mello e derrotar Lula (aqui). Contou em detalhes o que fez  editar o “debate” entre os dois candidatos e o que fez para que a imagem de Collor fosse mais simpática aos eleitores do que a de Lula. 


Concordo com todos os argumentos de Miguel do Rosário. Não tenho dúvidas de que as imundícies da direita continuam a correr pelos esgotos do STF, da mídia, do colaboracionismo com as violências de rua, com os atrasos nas reformas de que o Brasil precisa e com os riscos de golpe nesse ano. 


A direita é historicamente suja porque não tem maneira de chegar ao poder se não pelos esgotos. Seus candidatos não têm voto nem serviço ao povo na sua luta por desenvolvimento. 


Nossa atenção e consciência têm que se elevar.


Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz.

Dom Orvandil: bispo cabano, farrapo e republicano, em todas as situações.













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