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sábado

Os amigos seletos de Marconi Perillo. Eita moralidade!


Ex-cunhado de Cachoeira já ofereceu
jantar a governador Marconi Perillo

Adriano Aprígio está preso por ameaçar procuradora
Marina Marquez, do R7, em Brasília
JornalRecorte da coluna social do Jornal Estado/19.02.2011
Publicação diz que Perillo esteve em Anápolis para um jantar com um "seleto grupo de amigos"


Adriano Aprigio de Souza, ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso nesta sexta-feira (6) em Anápolis (GO), suspeito de ter ameaçado a procuradora da República Léa Batista, uma das responsáveis pelas denúncias após a operação Monte Carlo, já ofereceu jantar ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e é considerado parte de "um seleto grupo de amigos do tucano".

Em fevereiro de 2011, o Jornal Estado, publicação da cidade de Anápolis, estampou na coluna social do jornalista Marco Bakura, fotos de um jantar oferecido pela família Aprígio de Souza ao governador.

A publicação diz que Perillo esteve em Anápolis para um jantar com um "seleto grupo de amigos" na residência dos pais de Adriano, Gabriela Campos de Souza e Roldão Aprígio de Souza.
 Leia mais notícias no R7

Nas fotos, Perillo aparece com o casal Aprígio de Souza, com a ex-mulher de Cachoeira, Andrea Aprígio, com o vereador Fernando de Almeida Cunha e com a diretora do Núcleo de Seleção da UEG, Eliana Nogueira. Adriano é fotografado ao lado da mulher, Suzany Agripio de Souza.

O ex-cunhado de Cachoeira é apontado pela Polícia Federal como o principal testa-de-ferro na organização de Cachoeira, tendo oferecido seu nome para ocultar o real patrimônio ilícito do contraventor. Ele é um dos indiciados na operação, por formação de quadrilha e ocultação de bens, direitos e valores.


Adriano é irmão de Andrea Aprígio, primeira mulher de Cachoeira. Com ela, ele é sócio da empresa farmacêutica Vitapan, com sede em Anápolis. A PF suspeita que a empresa seja do bicheiro e que tanto a ex-mulher quanto o ex-cunhado sejam laranjas no negócio.

Os dois são os únicos sócios. Andrea tem 95% das cotas da empresa, enquanto o irmão, Adriano, tem 5%. Em dados oficiais sobre a empresa, o ex-cunhado de Cachoeira aparece como o principal responsável, administrador e presidente do capital da Vitapan.

Adriano mora em Anápolis, cidade onde a empresa tem sede. Ele foi preso em sua casa na cidade, onde a PF também apreendeu materiais para análise.

A suspeita é que ele tenha enviado um dos dois emails que a procuradora recebeu com ameaças. O primeiro email chegou no dia 13 de junho.

No texto, uma pessoa não identificada pergunta por que a procuradora "foi tão dura demais" com os envolvidos no esquema de Carlinhos Cachoeira. Afirma que por pouco ela não destruiu a família dele e acabou com seu trabalho lícito. Depois, diz: "Não sou burro, sei que serei identificado, mas vou provar que sou inocente, que sou trabalhador e vítima ao ser equiparado aos demais (maioria) dos denunciados".

O outro email, enviado no dia 23 de junho, usa palavrões e tenta intimidar a procuradora. "Ainda vamos te pegar. Cuidado, você e sua família correm perigo", escreveu o autor da mensagem.

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