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sexta-feira

Uma bomba prestes a explodir no colo dos encaichoeirados

 

 


 'Homem bomba' do PSDB é convocado na CPI para explicar os '60% para o Serra'

Controlando o governo do Estado de São Paulo desde 95, os tucanos paulistas têm bloqueado qualquer CPI estadual na Assembleia Legislativa que crie constrangimento a seus governos. Assim, centenas de fatos que exigiam investigação profunda para dar satisfação aos cidadãos, foram varridos para debaixo do tapete.

Agora a CPMI do Cachoeira, realizada no âmbito do Congresso Nacional, rompeu essa blindagem e decidiu convocar o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, para explicar os contratos com a empreiteira Delta com obras bilionária como a ampliação de pistas da Marginal do Tietê, durante o governo de José Serra. 

Por muitos chamado de “homem bomba do PSDB”, Paulo Preto tem a esclarecer outras denúncias veiculadas na imprensa desde 2010, sobre caixa 2 de empreiteiras. Seu nome aparece ligado a cifrões em papéis apreendidos durante a operação Castelo de Areia da Polícia Federal, e também sobre denúncias feitas por próprios tucanos, à revista IstoÉ, sobre um esquema de arrecadação paralela às finanças oficiais do partido, organizadas pelo próprio Preto.

Neste ano, o ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot, disse em entrevista, também à IstoÉ, ter tomado conhecimento de que haveria um esquema de propinas de 8% dos valores pagos pelas obras do Rodoanel de São Paulo. E que 60% dessa propina iria para José Serra, enquanto 20% ficaria para Alckmin e os outros 20%, para Kassab.

A simples notícia da convocação de Paulo Preto no "Jornal Nacional" da TV Globo, apresentado como "um dos arrecadadores da campanha à presidência de José Serra, do PSDB", deixou o tucanato paulista em polvorosa, a ponto de intervir junto à emissora para ler, ainda na mesma edição do telejornal, uma nota do PSDB negando que ex-diretor da Dersa tinha oficialmente a função de arrecadador.

Pagot também foi convocado a depor na CPI, além do dono da Delta, Fernando Cavendish. Este, porém, não traz expectativas em seu depoimento. Seu advogado, Técio Lins e Silva, já antecipou que "ele nada tem a dizer". Todos eles deverão depor em datas ainda a serem definidas, em agosto, após o recesso parlamentar.

Palmas

Outro requerimento de convocação aprovado foi para ouvir, já na próxima terça-feira (10), o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT-TO), filmado por Cachoeira em conversa durante a eleição de 2004.

Também será convidado (e não convocado) o juiz federal Paulo Moreira Lima, que autorizou as escutas telefônicas pela Polícia Federal nas operações Vegas e Monte Carlo, e pediu afastamento do processo alegando sofrer ameaças.

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